A FIFA divulgou as votações dos capitães das seleções para melhor jogador do Mundo. Cristiano Ronaldo optou por deixar Messi de fora da votação e deu os dois primeiros lugares a antigos companheiros do Real Madrid.

Recorde-se que a votação é dividida equitativamente em quatro grupos: 25% para os treinadores da seleções, 25% para os capitães da seleções, 25% para um conjunto de jornalistas e os últimos 25% são decididos pelos adeptos.

Esta segunda-feira, Luka Modric colocou um ponto final ao domínio de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi no que aos prémios The Best diz respeito. O médio croata do Real Madrid foi nomeado como o melhor jogador do Mundo na gala da FIFA.

A gala dos prémios The Best começou com uma surpresa e terminou, digamos, com uma decisão que podia ser uma surpresa, não tivesse ela vindo a tornar-se tão óbvia ao longo do tempo. A primeira foi a eleição do golo de Mohamed Salah como prémio Puskas; a segunda foi a escolha de Luka Modrid como melhor jogador do ano, destronando Cristiano Ronaldo — que tinha vencido as duas anteriores edições.

Mas, mais do que isso, Luka Modric escreveu uma nova era no futebol. Na última década, o prémio de melhor do mundo foi uma sucessão de cromos repetidos, surgindo sempre, de forma alternada, os rostos ou de Cristiano Ronaldo ou de Lionel Messi. Mas o duopólio foi encerrado — ou interrompido? — esta segunda-feira.

Para trás, Modric deixou Ronaldo, que tentava a tornar-se o primeiro jogador a ser consagrado o melhor do mundo em seis ocasiões. E tinha argumentos para isso. O internacional português, que venceu as duas últimas edições dos prémios The Best e que já foi o melhor do mundo cinco vezes (2008, 2013, 2014, 2016 e 2017), transferiu-se este verão para a Juventus, deixando para trás uma temporada recheada de títulos e distinções no Real Madrid: venceu a Liga dos Campeões, o Mundial de Clubes, a Supertaça europeia e a espanhola.

Fonte: Record.pt
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