Charlotte e Attila Szakacs esperavam a primeira filha, Evelyn, quando souberam que a menina tinha uma deficiência num cromossoma e que iria nascer com várias limitações, entre elas malformações no cérebro, vias respiratórias e sistema circulatório.

A menina nasceu a 13 de Dezembro e sobreviveu mais tempo do que o esperado, mas a 10 de Janeiro os pais decidiram desligar as máquinas para não prolongarem o sofrimento da menina.


Destroçada, a mãe fez à direção do hospital um pedido incomum: queria ter a oportunidade de passar algum tempo com o corpo da bebé.


O pedido foi aceite e, durante 16 dias, sob condições de refrigeração específicas, Charlotte e Attila puderam passear com a filha nos jardins do hospital, embalá-la no berço e, assim, recuperar emocionalmente da perda.

Dias antes do funeral, levaram a menina para casa de forma a que a familia se pudesse despedir da menina.



A mãe partilhou a história nas redes sociais e confessa que está profundamente agradecida por ter passado tempo precioso com a criança.


Fonte: http://www.buzztimes.pt